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O sistema do Detran-DF está fora do ar na manhã desta segunda-feira (18) e serviços como vistoria e emissão de documento não estão sendo realizados. 

Segundo o Detran, não há previsão para restabelecimento dos serviços. O problema é ocasionado pela falta de internet.

Detran-DF atende em dez postos próprios e seis unidades do Na Hora. Confira aqui a lista de locais de atendimento do departamento.

Fonte: G1 Globo

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corregedoriaA CGA (Corregedoria Geral da Administração) de São Paulo vai denunciar nove autoescolas de São José dos Campos por envolvimento no "Expressinho", esquema de pagamento de propinas a funcionários da Ciretran (Circunscrição Regional de Trânsito) para agilizar procedimentos internos e fraudar documentos.

Entre as empresas denunciadas, pelo menos quatro são ligadas ao empresário Walter Fernandes Candelário, 48 anos, o Siena, apontado como um dos mentores do esquema fraudulento. Suplente de vereador pelo PT, ele nega as acusações.

A investigação começou em fevereiro deste ano e culminou no fechamento da Ciretran por dois dias, em 14 e 15 de outubro, para levantamento de provas.

A força-tarefa do Estado também fiscalizou 18 locais na cidade, incluindo nove autoescolas, quatro empresas de vistoria, uma clínica médica e quatro despachantes.

O corregedor Gustavo Ungaro concluiu nesta semana o relatório sobre a investigação, que será encaminhado ao Detran (Departamento Estadual de Trânsito) e ao Ministério Público.

Ele pedirá a abertura de processo administrativo contra 31 dos 41 funcionários da Ciretran e das nove autoescolas. O MP poderá ainda oferecer denúncia criminal contra os envolvidos.
Além do pagamento de propina, em valores semanais que variavam entre R$ 200 a R$ 300 por pessoa, a CGA aponta irregularidades na condução de julgamentos de infrações de trânsito e no setor de Certificado de Veículos da Ciretran, com documentos adulterados e sem o devido recolhimento de taxas e multas de averbação.

"Com base nas apurações, os envolvidos no esquema passarão por processo administrativo, visando aplicação das penalidades previstas na legislação", disse Ungaro, por meio de nota.
Segundo ele, os funcionários poderão ser dispensados do serviço público e as autoescolas, descredenciadas pelo Detran. Todos os envolvidos ainda poderão responder criminalmente às acusações.
Nenhuma autoescola será fechada enquanto correr o processo administrativo. Os funcionários da Ciretran permanecerão na unidade até a conclusão do procedimento.

Para autoescolas, faltou fiscalização 
O Detran (Departamento Estadual de Trânsito) informou que todos os denunciados pela CGA (Corregedoria Geral da Administração) de São Paulo serão investigados por meio de processo administrativo.
Funcionários da Ciretran de São José e donos de autoescolas da cidade serão ouvidos e terão direito à defesa. Após julgamento de cada caso em órgão interno, o Detran decidirá pela exoneração de funcionários e descredenciamento das empresas.
Para o diretor da Sindicato das Autoescolas na região, Cleyton Félix, a corrupção em autoescolas é reflexo de falta de fiscalização do Detran.
"Casos como esses não ocorreram somente em São José. O que faltou foi a fiscalização permanente do Detran, que muitas vezes não acompanha e não monitora as atividades das autoescolas credenciadas", disse Félix.
Dono de ao menos quatro entre as autoescolas denunciadas, o empresário Walter Fernandes Candelário, 48 anos, o Siena, não foi localizado ontem para comentar o caso.

ENTENDA O CASO

Investigação
A investigação de denúncias de corrupção na Ciretran de São José começou em fevereiro deste ano, com o uso de escutas telefônicas autorizadas pela Justiça


Fiscalização
Força-tarefa do governo estadual fechou a Ciretran por dois dias, em 14 e 15 de outubro, para reunir provas que funcionários recebiam propinas para agilizar serviços


Relatório
A Corregedoria Geral da Administração concluiu nesta semana relatório sobre a investigação, que será encaminhado ao Detran e ao MP

Fonte: O Vale

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Apontado pela Polícia Civil como um dos maiores adulteradores de chassis de carros roubados em Belo Horizonte, Antônio Carlos Machado Maia, de 36 anos, o Tony, foi preso nesta terça-feira (12), após três meses de investigações da 4ª Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos. Ele estava com várias ferramentas usadas no crime.

“Ele recebia carros roubados e remarcava a numeração do chassi, motor e vidros. Para um leigo ou um policial não treinado, a adulteração passa despercebida e, por isso, ele é considerado um dos maiores especialistas nesse tipo de crime”, explicou o delegado Marcos Alves.

De acordo com ele, no momento da prisão, o suspeito tentou intimidar os policiais, pedindo sua mulher para ligar para a Corregedoria da Polícia Civil. “Ele ainda deu o azar de um comparsa ligar e marcar um encontro, falando que estava com um carro para ele. Fomos até o local, um ferro-velho, e encontramos um carro adulterado”, afirmou o delegado. O responsável pelo local, Fábio André do Nascimento, de 32 anos, também foi preso.

Segundo o investigador André Leles, o suspeito foi preso em casa, um imóvel de luxo, no Barreiro, avaliado em quase R$ 1 milhão. Além disso, Tony também é proprietário de um sítio de quase R$ 500 mil e estava com uma caminhonete de luxo em casa. Para a polícia, os bens podem ter sido adquiridos com o dinheiro dos crimes, praticados ao longo dos últimos dez anos.

“Vamos investigar se houve o enriquecimento ilícito, uma vez que o suspeito não trabalhava e tinha um alto padrão de vida. Caso isso seja confirmado, ele pode ter o sequestro dos bens pela Justiça”, disse o investigador.

Fonte: O Tempo

 

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